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JURÍDICOS

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14 DE ABR DE 2026

Despedida um dia após voltar de licença: 3ª Turma do TRT-RS reconhece discriminação em dispensa de trabalhadora com doença mental grave

A 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região reconheceu dispensa discriminatória de empregada com doença mental, mantendo o pagamento em dobro do período de afastamento e fixando indenização por danos morais, diante da dispensa logo após alta médica e da presunção prevista na Súmula 443 do TST.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

13 DE ABR DE 2026

Gráfica é condenada em R$ 500 mil devido a graves ocorrências contra empregados

A 2ª Vara do Trabalho de Gramado, no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, condenou gráfica ao pagamento de R$ 500 mil por danos morais coletivos diante de graves violações, como jornadas exaustivas, agressões físicas e verbais e ambiente de trabalho degradante, reconhecendo a prática reiterada de assédio moral e ofensa à dignidade dos trabalhadores.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

08 DE ABR DE 2026

Auxiliar obrigada a limpar fábrica como punição será indenizada por assédio moral

A 2ª Turma do TRT da 24ª Região manteve a condenação de uma fábrica de brinquedos ao pagamento de indenização por danos morais a trabalhadora vítima de assédio moral, caracterizado por cobranças excessivas, advertências públicas, tarefas punitivas e rebaixamento funcional, entendendo que tais condutas extrapolaram o poder diretivo e violaram a dignidade da empregada, sendo fixada indenização proporcional ao dano sofrido.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

08 DE ABR DE 2026

1ª Câmara autoriza penhora de faturamento após tentativas frustradas de execução

A 1ª Câmara do TRT da 15ª Região autorizou a penhora de 5% do faturamento da empresa diante da inexistência de bens suficientes para garantir a execução trabalhista, entendendo a medida válida por preservar o equilíbrio entre a satisfação do crédito de natureza alimentar e a continuidade da atividade econômica, em consonância com a jurisprudência do TRT-15 e do TST.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

06 DE ABR DE 2026

Justiça reconhece rescisão indireta e direito à indenização por assédio sexual

A Justiça do Trabalho de São Paulo condenou duas empresas a pagar R$ 15 mil por danos morais a uma empregada vítima de assédio sexual, reconhecendo também a rescisão indireta do contrato e o pagamento das verbas rescisórias; a juíza considerou comprovado o abalo emocional da trabalhadora e destacou que não é necessária a repetição da conduta para caracterizar o assédio.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

02 DE ABR DE 2026

TRABALHADOR QUE TEVE NOME NEGATIVADO POR INADIMPLÊNCIA DE EMPRESA DEVE RECEBER INDENIZAÇÃO

A 16ª Turma do TRT-2 manteve indenização de R$ 5 mil por danos morais a trabalhador negativado indevidamente por multa de trânsito em veículo locado pela empresa, mesmo ele não sendo o responsável pela infração; o tribunal reconheceu que cabia à empregadora arcar com os custos e que a inscrição indevida em cadastro de devedores configura dano à honra, independentemente de prova de prejuízo.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

02 DE ABR DE 2026

DISPENSA DURANTE TRATAMENTO DE CÂNCER GERA REINTEGRAÇÃO E DANO MORAL

A 6ª Vara do Trabalho da Zona Sul-SP determinou, em decisão liminar, a reintegração de bancário demitido durante tratamento de câncer, com restabelecimento do plano de saúde em 48 horas, pagamento de salários do período e indenizações por danos material e moral (R$ 30 mil), ao considerar a dispensa discriminatória; a sentença destacou ausência de prova de baixo desempenho e aplicou a Súmula 443 do TST e o Estatuto da Pessoa com Câncer, reconhecendo violação à dignidade humana.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

01 DE ABR DE 2026

Valor pago por fora como previdência privada é integrado a salário de alto executivo de banco

A SDI-1 do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu que valores pagos “por fora” pelo HSBC (atual Bradesco) a um executivo, sob a rubrica de previdência privada, possuíam natureza salarial, devendo integrar o salário para cálculo de outras verbas. O colegiado entendeu, com base nas provas, que a parcela remunerava o trabalho prestado e afastou a decisão da Turma que havia desconsiderado essas evidências, ressaltando a vedação ao reexame de provas pelo TST (Súmula 126), sendo a decisão unânime.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

01 DE ABR DE 2026

Pedido de demissão de empregada doméstica gestante é anulado por falta de assistência sindical

A 5ª Turma do TST reconheceu, por unanimidade, a nulidade do pedido de demissão de empregada doméstica gestante sem assistência sindical, ressaltando que a estabilidade provisória condiciona a validade do ato, conforme o art. 500 da CLT e o Tema 55 do TST. Assim, reformou a decisão do TRT-2 e condenou a empregadora ao pagamento de indenização correspondente ao período de estabilidade, da dispensa até cinco meses após o parto.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

01 DE ABR DE 2026

Decisão reconhece motorista de aplicativo como trabalhador avulso digital

A 4ª Turma do TRT-2 reconheceu, por maioria, o enquadramento de motorista de aplicativo como trabalhador avulso em plataforma digital, afastando o vínculo empregatício, mas assegurando verbas trabalhistas diante da dependência econômica e da sujeição às regras da plataforma, condenando a empresa ao pagamento de aviso-prévio, 13º salário, férias de 2023 e 2024, multa do art. 477 da CLT e FGTS acrescido de 40%, estando o processo pendente de julgamento de embargos de declaração.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

31 DE MAR DE 2026

Empregada deve ser indenizada após médico tocá-la no braço e dizer que “a cor não pega”

A 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região condenou uma cooperativa médica a indenizar em R$ 15 mil uma auxiliar de hospedagem vítima de injúria racial praticada por um pediatra, ao entender que houve omissão da empresa na apuração do caso e no suporte à trabalhadora, que chegou a denunciar o ocorrido e registrar boletim de ocorrência, mas não recebeu o auxílio prometido e acabou pedindo demissão, sendo mantida a condenação por danos morais diante da gravidade dos fatos e da violação aos direitos de personalidade.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

31 DE MAR DE 2026

3ª ª Turma do TRT-RS mantém justa causa de auxiliar mecânico que provocou briga durante aviso-prévio

A 3ª Turma do TRT-RS manteve a justa causa aplicada a um auxiliar mecânico que agrediu dois colegas durante o aviso-prévio, entendendo que a conduta grave justificou a penalidade e afastou o direito à indenização por danos morais, ficando o trabalhador sem verbas como aviso-prévio, multa do FGTS e seguro-desemprego, restando apenas o pagamento de 13º salário e férias proporcionais diante da comprovação da falta grave.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

31 DE MAR DE 2026

Decisão que reconheceu assédio contra trabalhador por posicionamento político é mantida.

A ministra Maria Helena Mallmann, do Tribunal Superior do Trabalho, manteve a condenação de um empresário de Fortaleza ao pagamento de R$ 10 mil por ofensas políticas a um empregado, reconhecendo violação à dignidade e à liberdade de convicção. O trabalhador relatou ataques como “fazer o L e pedir ao Lula”, ligados à sua condição social e voto em Luiz Inácio Lula da Silva; a Justiça entendeu que a conduta foi vexatória e manteve a indenização, negando o recurso do empregador.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

30 DE MAR DE 2026

Mantida decisão que reconheceu assédio a trabalhador ofendido por posicionamento político

A ministra Maria Helena Mallmann, do TST, manteve a condenação de empresário ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais a trabalhador alvo de ofensas por orientação política, ao entender que a conduta violou direitos fundamentais como a dignidade da pessoa humana e a liberdade de convicção; a decisão confirmou o entendimento das instâncias anteriores de que as falas ultrapassaram o campo da mera opinião, configurando constrangimento e exposição vexatória.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

30 DE MAR DE 2026

Confirmada justa causa de soldador que rasurou atestado médico

A 7ª Turma do TRT da 4ª Região manteve a despedida por justa causa de soldador que adulterou atestado médico para ampliar o período de afastamento, ao reconhecer a prática de ato de improbidade e a quebra de confiança na relação de emprego; o colegiado considerou suficientes as provas, incluindo a confissão do empregado e a confirmação do médico, afastando a necessidade de perícia ou boletim de ocorrência e validando a penalidade aplicada pela empresa.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

30 DE MAR DE 2026

Caseiro receberá multa de 40% do FGTS por rompimento antecipado de contrato de experiência

A 7ª Turma do TST condenou empregadora doméstica a pagar a multa de 40% do FGTS a caseiro dispensado antes do fim do contrato de experiência, ao entender que a rescisão antecipada equivale à dispensa sem justa causa e não afasta a proteção constitucional contra demissão arbitrária; como não foi comprovado o abandono de emprego alegado pela defesa, a condenação foi mantida em todas as instâncias.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

27 DE MAR DE 2026

Operador de motoniveladora atacado por marimbondos é indenizado após fraturar tornozelo em queda

A 3ª Turma do TRT da 17ª Região (ES) manteve a condenação de empresa de construção a indenizar operador de motoniveladora que se feriu ao saltar do equipamento durante ataque de marimbondos, ao reconhecer a falha na segurança da máquina, utilizada com portas abertas por defeito no ar-condicionado. O colegiado entendeu que a empresa é responsável pelos danos, determinando o pagamento de indenização por danos morais, estéticos e pensão mensal.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

27 DE MAR DE 2026

Justiça do Trabalho reconhece discriminação contra trabalhador surdo

A Justiça do Trabalho de Pernambuco reconheceu prática discriminatória contra trabalhador surdo e condenou empresa ao pagamento de indenização por danos morais, diante de condutas de bullying, exclusão e ausência de acessibilidade no ambiente de trabalho. Contudo, foi afastada a dispensa discriminatória, já que não houve comprovação de que a demissão tenha ocorrido por motivo preconceituoso.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

27 DE MAR DE 2026

3ª Câmara mantém inclusão de sócios em execução após falta de bens da empresa

A 3ª Câmara do TRT da15ª Região manteve a inclusão de sócios e de empresa ligada no polo passivo de execução trabalhista, após frustradas as tentativas de localizar bens da devedora principal. O colegiado aplicou a Teoria Menor da desconsideração da personalidade jurídica, entendendo que a insuficiência patrimonial da empresa autoriza o redirecionamento da execução para garantir o pagamento do crédito trabalhista.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

27 DE MAR DE 2026

Fábrica de alimentos é condenada por dispensar operador com doença de Crohn

A 6ª Turma do TST considerou discriminatória a dispensa de um operador da Marilan Alimentos S.A. diagnosticado com Doença de Crohn e determinou o pagamento de indenização correspondente ao período de afastamento, ao entender que a demissão ocorreu durante o agravamento da doença e sem comprovação de motivo legítimo por parte da empresa, reforçando a presunção de discriminação em casos de enfermidades graves.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

26 DE MAR DE 2026

Assédio sexual com comentários sobre o corpo e pedidos de fotos íntimas resulta em condenação de R$ 40 mil a superatacado em Manaus

A 10ª Vara do Trabalho de Manaus (TRT-11) reconheceu que uma trabalhadora foi vítima de assédio moral e sexual praticado por gerente, com solicitações de fotos íntimas e comentários de cunho sexual sobre seu corpo, o que gerou constrangimento e insegurança. A decisão condenou a empresa ao pagamento de R$ 40 mil por danos morais, além de deferir parcialmente horas extras e determinar o ressarcimento de descontos indevidos.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

24 DE MAR DE 2026

Dispensa de trabalhadora trans às vésperas de cirurgia é considerada discriminatória

A 17ª Turma do TRT/SP considerou discriminatória a demissão de uma engenheira transgênero poucos dias antes de cirurgia de redesignação sexual conhecida pela empresa, além do cancelamento do plano de saúde durante sua recuperação. A decisão reconheceu abuso de direito e fixou indenização por danos morais equivalente a quatro salários, diante do nexo entre a dispensa e a condição pessoal da trabalhadora.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

20 DE MAR DE 2026

Indenização recebida por motorista na Justiça comum será deduzida de condenação trabalhista

A 6ª Turma do TST decidiu que valores recebidos por motorista em acordo na Justiça comum, por acidente causado por terceiro, podem ser deduzidos da indenização fixada na Justiça do Trabalho para evitar dupla compensação. Embora reconhecida a responsabilidade da empregadora pela atividade de risco, a dedução será limitada aos mesmos tipos de danos já indenizados.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

20 DE MAR DE 2026

TST aplica CDC e mantém devolução em dobro a bancária por descontos indevidos

A 7ª Turma do TST manteve a condenação do Banco do Brasil à devolução em dobro de valores descontados indevidamente da conta de empregada, ao entender que os débitos diretos caracterizam relação de consumo e permitem aplicação do CDC. O colegiado reconheceu a abusividade da cobrança, já que o benefício foi pago além do prazo e sem autorização para os descontos.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

19 DE MAR DE 2026

Pleno do TRT-GO declara nulidade da citação e aplica multa por má-fé à empregada doméstica que indicou endereço incorreto do ex-patrão na petição inicial

O TRT-18 anulou a condenação de um empregador doméstico ao reconhecer que ele não foi devidamente citado, pois a trabalhadora indicou endereço incorreto, impedindo o exercício do contraditório e da ampla defesa. Além de rescindir a decisão e determinar nova citação, o Tribunal condenou a trabalhadora por litigância de má-fé, com multa de 2% sobre o valor da causa.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

19 DE MAR DE 2026

TRT-11 reconhece gordofobia e mantém indenização a trabalhadora vítima de assédio moral no trabalho

A 2ª Turma do TRT-11 condenou uma empresa de Manaus a pagar R$ 100 mil a uma trabalhadora submetida a assédio moral com práticas de gordofobia, como pesagens públicas em balança industrial e humilhações, além de reconhecer doença ocupacional e acúmulo de funções. A decisão destacou a violação à dignidade da empregada, fixando indenizações por danos morais e transtornos psíquicos, além de adicional salarial e ressarcimento de despesas médicas.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

19 DE MAR DE 2026

TRT-MG reconhece dano moral por ameaça de dispensa a vigilante que se recusou a trabalhar em fumódromo

A 11ª Turma do TRT-MG reconheceu o direito de um trabalhador à indenização por danos morais após sofrer ameaças de demissão por se recusar a trabalhar em fumódromo, além de ser submetido a condições degradantes, como uso de uniformes em mau estado. A decisão fixou a indenização em R$ 15 mil, considerando a violação à dignidade e a pressão psicológica exercida pela empresa.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

18 DE MAR DE 2026

Confirmada justa causa de eletricista que usou motocicleta da empresa fora do horário de trabalho

A 2ª Turma do TRT-RS validou a justa causa aplicada a um eletricista que utilizou veículo da empresa para fins particulares fora do horário de trabalho, entendendo que a conduta grave quebrou a confiança e dispensou a necessidade de advertências prévias. Com a decisão, a empresa foi isenta de pagar verbas rescisórias como aviso-prévio e multa do FGTS, sendo mantidos apenas o 13º salário e as férias proporcionais ao trabalhador.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

18 DE MAR DE 2026

3ª Turma: controle de acesso a banheiro com cadeado gera indenização a trabalhador

A 3ª Turma do TRT-SC manteve a condenação de uma empresa de Criciúma por danos morais ao impor controle excessivo do uso do banheiro, exigindo retirada de chave, substituição no posto e registro em planilha. O colegiado entendeu que a prática violou a dignidade, intimidade e privacidade do trabalhador, sendo desproporcional e abusiva, mesmo diante da justificativa de controle interno da empresa.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

17 DE MAR DE 2026

Construtoras da Linha 6-Laranja do metrô são condenadas a indenizar trabalhadora haitiana por discriminação racial

A 36ª Vara do Trabalho de São Paulo condenou empresa e concessionária a indenizar em R$ 15 mil trabalhadora haitiana vítima de assédio e discriminação racial no canteiro de obras, diante de provas de ofensas racistas e da omissão empresarial em punir o agressor. A juíza reconheceu a gravidade da conduta, destacando a vulnerabilidade da vítima e a violação à sua dignidade, cabendo recurso.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

17 DE MAR DE 2026

JUSTIÇA REJEITA AÇÃO COLETIVA QUE QUESTIONAVA TERCEIRIZAÇÃO DE ATIVIDADES

A 3ª Vara do Trabalho de Santo André-SP julgou improcedente ação de sindicato que buscava impedir a terceirização em empresa de pneus, entendendo que a análise não pode ser feita de forma coletiva, pois exige exame individual de contratos e condições de trabalho. O juiz também concluiu que a norma coletiva não tem o alcance alegado e que eventual irregularidade na terceirização deve ser verificada caso a caso, cabendo recurso.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

16 DE MAR DE 2026

CONSTRUTORAS DE FUTURA LINHA DO METRÔ DEVEM INDENIZAR TRABALHADORA HAITIANA QUE SOFREU DISCRIMINAÇÃO RACIAL

A 36ª Vara do Trabalho de São Paulo condenou a Acciona Construcción e a concessionária Linha Universidade a indenizar pedreira haitiana vítima de assédio e discriminação racial em obra da Linha 6-Laranja do Metrô, fixando indenização por danos morais de R$ 15 mil ao reconhecer grave violação à dignidade da trabalhadora diante de ofensas racistas proferidas por supervisor.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

12 DE MAR DE 2026

Assédio sexual: 1ª Vara do Trabalho de Ji-Paraná aplica protocolo com perspectiva de gênero em decisão

A Justiça do Trabalho em Ji-Paraná (RO) condenou empresa a indenizar trabalhadora vítima de assédio sexual por superior hierárquico, reconhecendo violação à dignidade e à integridade da empregada. A decisão aplicou o Protocolo de Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ e destacou a responsabilidade da empresa ao não coibir a conduta.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

09 DE MAR DE 2026

Rede de restaurantes e hotéis é condenada por discriminar garçonete que pintou cabelo de ruivo

A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a empresa Rio JV Partners Participações Ltda. por dispensa discriminatória de uma garçonete que sofreu ofensas e perseguição após tingir o cabelo de ruivo, entendendo que houve abuso do poder diretivo ao impor exigências questionáveis sobre a aparência. A decisão restabeleceu a sentença que reconheceu o tratamento desrespeitoso e garantiu indenização por danos morais.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

09 DE MAR DE 2026

Hospital em TO é condenado por assédio moral e sexual organizacional

A Vara do Trabalho de Araguaína (TO) condenou o Hospital Dom Orione por assédio moral e sexual organizacional após ação civil pública do MPT, que comprovou ambiente de trabalho hostil e omissão da instituição em prevenir práticas abusivas. A decisão determinou medidas de prevenção, criação de canais efetivos de denúncia e pagamento de R$ 200 mil por dano moral coletivo.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

27 DE FEV DE 2026

Quebra de expectativa: trabalhadora passa em seleção, não é contratada e recebe indenização

O juiz Ronaldo Solano Feitosa, da 3ª Vara do Trabalho de Fortaleza, condenou empresa por violar a boa-fé na fase pré-contratual ao desistir da contratação após exames admissionais, determinando indenização por lucros cessantes (aviso prévio e multa de 40% do FGTS) e R$ 5 mil por danos morais à trabalhadora que pediu demissão confiando na admissão.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

27 DE FEV DE 2026

Juíza realiza inspeção judicial em fábrica do setor de embalagens em Feira de Santana

1ª Vara do Trabalho de Feira de Santana, por intermédio da juíza Nadva Nascimento da Cruz, realizou inspeção judicial em fábrica de papelão em Feira de Santana para verificar in loco as condições de trabalho, fortalecendo a produção de provas e a busca da verdade real, com participação das partes, advogados, sindicato e servidores da Justiça do Trabalho.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

24 DE FEV DE 2026

Condomínio e empresas de BH pagarão R$ 30 mil a faxineira por assédio sexual; crime acontecia em área sem câmera na cozinha

A Justiça do Trabalho condenou empregadora e responsabilizou subsidiariamente o condomínio ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais e à rescisão indireta de faxineira vítima de assédio sexual pelo zelador, diante da omissão patronal e agravamento das condições de trabalho, decisão mantida pelo TRT-3 e já em execução.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

13 DE FEV DE 2026

Empresa rural é condenada por exigir saída de alojamento durante suspensão disciplinar

O TRT da 23ª Região, reconheceu a rescisão indireta do contrato de três trabalhadores rurais após a empresa exigir que deixassem o alojamento durante suspensão disciplinar, entendendo a medida abusiva e desproporcional por violar o direito à moradia, e condenou a empregadora ao pagamento das verbas rescisórias integrais e indenização por danos morais de R$ 15 mil para cada empregado.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

13 DE FEV DE 2026

Acordo com quitação geral impede gestante de pedir indenização por estabilidade em nova ação

O TST manteve a extinção da ação de esteticista de Fortaleza que pleiteava indenização substitutiva da estabilidade gestante, por entender que, ao firmar acordo judicial com quitação plena e geral do contrato mesmo já ciente da gravidez, ela renunciou ao direito de discutir posteriormente parcelas decorrentes da relação de emprego, conforme a OJ 132 da SDI-2.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

13 DE FEV DE 2026

Tanque de diesel usado para abastecer gerador de emergência em shopping não dá direito a adicional de periculosidade

O TST negou o adicional de periculosidade a bancário da Caixa Econômica Federal que trabalhava em agência localizada em shopping de Patos (PB), entendendo que o tanque de diesel de 1.200 litros existente no prédio não se destinava ao armazenamento de combustível, mas apenas ao abastecimento do gerador de emergência, razão pela qual não se aplica a exigência de tanque enterrado prevista na NR-20 nem a OJ 385, afastando-se a caracterização de risco e o direito ao adicional.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

13 DE FEV DE 2026

Ausência de prova sobre vício de consentimento em acordo firmado na CCP leva à anulação de sentença pela 3ª Câmara

O TRT da 15ª Região anulou sentença que havia extinguido o processo com base em acordo firmado na Comissão de Conciliação Prévia, reconhecendo cerceamento de defesa por impedir a produção de provas sobre alegado vício de consentimento, e determinou o retorno dos autos à Vara de origem para reabertura da instrução processual.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

13 DE FEV DE 2026

Justiça determina reintegração de profissional dispensada após sofrer acidente no caminho ao trabalho

O TRT da 2ª Região reformou a sentença para reconhecer, com base em mensagens de aplicativo, o acidente de trajeto como equiparado a acidente de trabalho, declarar inválida a dispensa de empregada em contrato de experiência durante afastamento médico, garantir estabilidade provisória nos termos da Súmula 378 do Tribunal Superior do Trabalho, determinar reintegração ao emprego e fixar indenização por danos morais de R$ 7 mil.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

13 DE FEV DE 2026

Ação repetida: Aplicada multa por litigância de má-fé ao trabalhador que ajuizou ação com pedidos repetidos e já apreciados em ação anterior

O TRT da 3ª Região aplicaram, por unanimidade, multa por litigância de má-fé a reclamante que repetiu pedidos já decididos em ação anterior, atingidos pela coisa julgada, extinguindo o processo sem exame do mérito e fixando penalidade de 2% sobre o valor da causa, com envio de recurso ao Tribunal Superior do Trabalho.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

12 DE FEV DE 2026

Justiça do Trabalho desenvolve políticas para garantir direitos humanos a quem trabalha

O TST e no Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), a Justiça do Trabalho reforça, no Dia Internacional dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, que sua atuação vai além das decisões judiciais, promovendo políticas de inclusão, prevenção de violações e ampliação do acesso a direitos para garantir trabalho decente e proteção a grupos vulneráveis.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

10 DE FEV DE 2026

Trabalhadora será indenizada em R$ 80 mil por transtorno psiquiátrico após tragédia de Brumadinho, que completa amanhã seis anos

A Justiça do Trabalho condenou a Vale S.A. e outra empresa a pagar R$ 80 mil por dano moral a uma técnica de segurança que desenvolveu estresse pós-traumático após presenciar os efeitos do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, reconhecendo o nexo ocupacional e majorando a indenização fixada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

09 DE FEV DE 2026

Empresa pode ser responsabilizada por assédio no transporte até o trabalho?

Mulheres enfrentam frequentes casos de assédio no trajeto casa-trabalho — sobretudo em transportes públicos ou fornecidos por empresas, como no Polo Industrial de Manaus —, com alta subnotificação, podendo haver responsabilização do empregador quando há controle do transporte ou omissão diante de riscos previsíveis, e as denúncias podem ser feitas pelo 180 ou às delegacias especializadas.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

02 DE FEV DE 2026

TRT/MS mantém justa causa de coordenador que manteve relacionamentos amorosos com subordinadas

O TRT-24 manteve a demissão por justa causa de um coordenador que se envolveu amorosamente com subordinadas, por violar o código de conduta e comprometer a confiança e a hierarquia na empresa. O trabalhador tinha poder de influência sobre promoções e admissões, inclusive de uma das funcionárias com quem manteve relacionamento. Para o tribunal, a conduta caracterizou mau procedimento e quebra de fidúcia, justificando a penalidade máxima prevista na CLT.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

30 DE JAN DE 2026
Direito do Trabalho

Justiça condena hospital de BH a pagar R$ 200 mil por submeter enfermeira a condições análogas à escravidão em ambulatório de transplante de órgãos

A Justiça do Trabalho condenou um hospital de Belo Horizonte a pagar R$ 200 mil por danos morais a uma enfermeira submetida a jornadas exaustivas, reconhecendo trabalho em condições análogas à escravidão e a rescisão indireta do contrato. Ficou comprovada carga de até 119 horas semanais, sem descanso adequado; o TRT-MG manteve a indenização, ajustando apenas pontos acessórios da sentença.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

29 DE JAN DE 2026
Direito do Trabalho

Carteiro que sofreu sucessivos assaltos recebe indenização por danos morais no valor de R$ 40.000,00

A 1ª Turma do TRT da 1ª Região manteve, por unanimidade, a condenação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ao pagamento de R$ 40 mil por danos morais a um carteiro que sofreu sucessivos assaltos durante o trabalho, entendendo que a atividade o expunha a risco habitual e gerou transtornos psicológicos. O colegiado concluiu que houve omissão da empregadora em adotar medidas eficazes de proteção, reconhecendo sua responsabilidade objetiva, conforme voto da desembembargadora relatora Maria Helena Motta.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

28 DE JAN DE 2026
Direito do Trabalho

Banco é condenado por assédio moral após exposição vexatória de metas em agência

A 3ª Vara do Trabalho de Santo André-SP condenou o Itaú Unibanco a pagar R$ 35 mil por danos morais a ex-empregada, por assédio moral decorrente de cobrança abusiva de metas e exposição pública de ranking de produtividade, além de multas por violação de norma coletiva. O juiz entendeu que a prática configura assédio moral grave e dano moral presumido, cabe recurso.

Fonte: Alexorpheo Advocacia

21 DE JAN DE 2026
Direito do Trabalhodireitotrabalho

Auxiliar de estoque demitido por postar vídeos irônicos sobre empresa tem justa causa revertida

Um auxiliar de estoque de uma farmacêutica foi dispensado por justa causa após postar no TikTok vídeos gravados na empresa com comentários sobre colegas e situações de trabalho. A penalidade foi revertida nas instâncias anteriores, que a consideraram desproporcional, porque os vídeos não teriam causado prejuízos à empresa. O recurso da farmacêutica foi rejeitado pela 5ª Turma, porque, para mudar essa conclusão, seria necessário reexaminar fatos e provas, medida incabível no TST.

Fonte: Alexorpheo Advocacia